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A maioria dos brasileiros lembrará de 2016 como o ano de crise política e recessão econômica que há tempos o país não vivia. Mas os que procurarem ângulos alternativos vão olhar para ele e poder dizer: o Brasil se consolidou no audiovisual. A indústria que diz respeito às produções para cinema, TV e outras plataformas de exibição de filmes, séries e afins flui em ventos contrários e é, hoje, uma potência que resiste sólida aos altos e baixos da economia.

O último especial final de ano do Rio em Foco não poderia deixar de falar sobre alguns setores que se destacaram em 2016, e que representaram uma ajuda para as finanças do estado do Rio. Um exemplo é a indústria audiovisual, que vem se desenvolvendo no município de Friburgo com a criação de um Polo, e o mercado fonográfico, que representou 70% da distribuição de músicas digitais em todo o Brasil. O programa apontou ainda as diretrizes de um crescimento econômico mais sustentável, pautado pela redução das emissões do CO2, a transição para uma matriz energética mais limpa, e movimentos que mobilizam a sociedade para a redução e o descarte correto do lixo.

Conforme alterações trazidas pela Instrução Normativa (IN) n° 125/2015, os proponentes de projetos audiovisuais cujos prazos para captação de recursos de fomento indireto se encerram em 31 de dezembro de 2016 e que possuam valores efetivamente captados podem solicitar prorrogação de prazo de captação para o exercício de 2017. O pedido pode ser feito até dia 20 de janeiro pelo Correio ou pessoalmente, no escritório da ANCINE no Rio de Janeiro, até o dia 19 de janeiro. 

“Não Devore Meu Coração!”, longa brasileiro dirigido por Felipe Bragança e estrelado por Cauã Reymond, representará o cinema brasileiro na World Cinema Competition do Festival de Sundance 2017.